Hotzilla » 2009 » agosto

Perry Farrell e seus comparsas do Jane´s Addiction confirmaram presença no festival de rock pesado Maquinária que terá sua segunda edição no dia 7 de novembro na Chácara do Jockey (mesma data especulada para o Planeta Terra no Playcenter).

O grupo lançou seu o último trabalho intitulado “Strays”, em 2003, e atualmente pretendem lançar duas faixas que serão disponibilizadas apenas na internet. Para o set no Brasil, eles prometem todos os clássicos e as duas canções novas citadas.

Além do Jane´s Addiction, foi confirmada a presença do Faith No More e está sendo negociada a vinda do Deftones e outros artistas de peso para fechar o line-up. Os ingressos já estão à venda e o preço é bem salgado.

Maquinária Festival

Quando: 7/11
Onde: Chácara do Jockey – Av. Pirajussara, s/n (altura do 5.100 da av. Francisco Morato)
Quanto: R$200 (pista) e R$450 (pista premium)
Classificação: 16 anos

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A dupla The Sound of Arrows é uma fofura só. Os meninos suecos combinam influências que vão do filme “Historia sem fim” ao Tecnopop caprichado e assumidamente gay do Pet Shop Boys & Erasure.

O vídeo de “Into The Clouds”, poderia passar facilmente por um trailer de alguma produção da Disney. O single será lançado em 21 de setembro no formato 12 polegadas.

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Friendly Fires cai no samba

Postado por Luis Depeche em 13/08/09
Categoria Vídeos

Esse vídeo bem que poderia ter sido gravado na praia do Recreio, no Rio de Janeiro, com a ajuda de integrantes de alguma escola de samba carioca. Ou quem sabe até na Bahia, com a participação de instrumentistas mirins de alguma ONG subsidiada pelo Olodum.

O fato é que o Friendly Fires está pra lançar no fim desse mês o novo single “Kiss of Life”, pela XL Recordings, o célebre selo que surgiu em 1989 no auge da hardcore rave – época em que lançou a estréia do Prodigy – e que atualmente é também lar do Vampire Weekend, The Horrors, Jack Peñate e outros grandes nomes do indie rock.

A faixa já é forte concorrente à hino de verão na Inglaterra. Confira o vídeo abaixo:

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The Verve termina pela terceira vez

Postado por Bezzi em 13/08/09
Categoria Notícias

E pela terceira vez , os britânicos do The Verve se separam(!). A primeira, ocorreu logo após o término da tour do álbum ” A Northern Soul” durante o festival Lolapalooza em 1995. O uso abusivo de drogas e a agenda puxada, fizeram os rapazes desistirem de tudo.

Felizmente, retornaram em 1997 e conceberam o ótimo “Urban Hymns” que continha os sucessos “Bittersweet Symphony” “The Drugs Don´t Work”& “Lucky Man”. O vocalista Richard Ashcroft saiu em carreira solo e alegou que não estava se dando bem com o guitarrista Nick McCabe resultando na segundo “divórcio” do Verve.

Passaram-se quase dez anos para a banda se reunir e lançar o regular “Forth”. Foi uma das voltas mais festejadas do rock inglês e havia uma expectativa que finalmente fosse durar. Ledo engano. McCabe e Ashcroft continuam com suas diferenças. O fim ficou claro quando o guitarrista formou o Black Ships, seu novo grupo ao lado do baixista Simon Jones. Agora, é esperar outra volta e uma possível quarta separação.

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O twee pop da Sarah Records

Postado por Luis Depeche em 12/08/09
Categoria Música

Influenciado pelo conceito e estética de selos independentes como a Creation, Cherry Red, Postcard e a Factory Records, em 1987 surgiu em Londres uma das instituições cruciais da cena indie britânica, a Sarah Records.

Lar de bandas como o Heavenly, The Field Mice, Another Sunny Day  e The Orchids, o selo impôs uma estética sonora embasada na “fofurice” de guitarras econômicas e melódicas para animar temas ingênuos e emotivos, capazes de cativar os ouvidos e corações de muitos jovens que guardavam sua preciosas libras para assistir os shows que rolavam com certa freqüencia no circuito indie Londres-Manchester-Glasgow.

Na melhor tradição do punk setentista, o selo surgiu em Bristol como um fanzine nos idos 1987, fruto do trabalho de Clare Wadd e Matt Heynes. Assim como nos trabalhos anteriores realizados pelos dois na área de edição e lançamento de fanzines – Heynes com om cult “Are You Scares to Get Happy” e Wadd envolvida com o Kvatch – , o grande diferencial dos primeiros lançamentos da Sarah Records foram os flexidiscs (lembram daquelas bolachas molengas que vinham encartadas nas primeiras edições da revista Bizz ?) e os discos de 7″, em reverência ao formato que ficou popular a partir dos 60´s e também numa atitude anti-establishmentperante às gravadoras, que colocavam no mercado maxi-singles, 12″, pictures e outros recursos para supervalorizar seus artistas.

Em 1995 a Sarah Records encerrou suas atividades com uma edição comemorativa que marcou o centésimo lançamento do selo e Matt Heynes embarcou em seguida em sua nova empreitada musical, o Shinkansen Records, que contou com várias bandas de seu selo anterior no catálogo.

E como o lobo, que perde o pêlo mas não perde o vício, Matt continua na ativa com o fanzine Smoke, dedicado às letras e a arte inspirada pela capital inglesa.

Escute abaixo um dos momentos que marcaram a primeira fase da Sarah Records, com a faixa “Emma´s House” do The Field Mice:

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